Eu recebi um e-mail da Ana Carolina que, entre outras coisas, dizia:
"Tenho 34 anos, faço sexo desde os 19, mas sexo pra mim sempre foi obrigação, tenho medo de perder o cara se ele souber que não gozo e detesto solidão então estou sempre transando com eles e fingindo que eles me deixam loca para não ficar sozinha mas prazer para mim é algo tão distante quanto ser eleita a nova garota Fantástica."
"Tenho 34 anos, faço sexo desde os 19, mas sexo pra mim sempre foi obrigação, tenho medo de perder o cara se ele souber que não gozo e detesto solidão então estou sempre transando com eles e fingindo que eles me deixam loca para não ficar sozinha mas prazer para mim é algo tão distante quanto ser eleita a nova garota Fantástica."
Eu não tenho dúvidas de que a Ana não é a única a passar por isso, a sentir-se assim e confesso que esse final aí me deixou feliz, porque se a Ana Carolina ainda está viva pra fazer piada, está vivíssima pra entrar pra turma que já sabe que prazer no sexo também se aprende, que sexo nem sempre é bom, mas que o normal é que seja ÓTIMO.
E o mais fantástico disso é que mesmo quando a gente já descobriu que é ótimo ainda pode descobrir que é maravilhooooooooso, mesmo se andamos achando que a vida sexual é um suceder de tentativas frustradas de sentir prazer e terminar numa explosão de sensações que parece que todo mundo sente, menos a gente, mas Ana acredite... É sim possível ir pra cama e passar horas dizendo “não pára, não pára... Não páaaaaaaaaaaaaaaara!!!
Vale aqui a lembrança que muitas vezes o fato de não se ter prazer durante o sexo pode estar ligado a problemas psicológicos (criação conservadora, ter sido vítima de violência sexual, por exemplo) e também problemas físicos. Procurar um médico pra descobrir porque não se tem orgasmos não é vergonha nenhuma. Em último caso pense que ele GANHA pra isso, se ninguém o procurar ele vai ter que voltar pra faculdade e mudar de profissão, ok?
E pra constar: Saiba que você não está sozinha nisso. MUITA gente tem problemas para ter uma vida sexual prazerosa. Problema maior é que a maioria passa a vida fingindo bem, tanto nas conversas, quanto na cama.
E por falar no “podia ser melhor”, tem uma matéria na revista Marie Claire que tem o depoimento de várias mulheres, de cantora a empresária, contando como, independente de algumas já terem uma vida sexual boa, descobriram que o sexo pode melhorar SEMPRE!
Abaixo um trechinho de algumas das entrevistas. Entrem lá no site e confiram a matéria que é boa leitura pra TODOS NÓS!
Celina Alves, 43 anos, empresária
'Até conhecer meu atual marido, eu achava que o melhor sexo era feito entre quatro paredes e que testar a metade das posições doKama Sutra estava de bom tamanho (...)A aventura começou quando íamos para casa, preparar as malas. Fizemos sexo no elevador, em pé. Eu estava de vestido, então foi fácil. Era madrugada, apertamos o botão do 13º e fomos, literalmente, às alturas.
Ana Claudia Aragão, 26 anos, apresentadora de TV
Passo a imagem de maluca porque sou desbocada e tenho um visual super produzido. Mas não sou nada disso. Perdi a virgindade tarde, aos 22 anos. Até minha mãe estranhou a demora(...)Uma coisa que me irrita são homens melosos, infantiloides, que falam no diminutivo. Conheci um dentista, 30 anos, grandão, maravilhoso. Mas gostava de falar como bebê. Quer me fazer perder o desejo é só me chamar de nenê. Ele dizia: 'Vamos nanar, nenê?'. Socorro!
Andréa Luizetti, 33 anos, produtora de TV
Aos 20 anos, você não tem opinião própria na cama. Vai fazendo sexo por curiosidade ou porque gosta do namorado. Às vezes não está curtindo muito, mas dá a entender que está sentindo prazer, só porque ele está gostando.(...) Salvei várias relações que poderiam ser um fracasso porque aprendi a pedir o que queria
Syang, 38 anos, cantora
Cresci ouvindo meus tios e cunhados dizendo que achavam as grávidas lindas e que tinham desejo por elas. Sabia que a mulher ficava mais sensível e o sexo, mais gostoso, mais à flor da pele(...)Ao contrário de muitos homens, ele não tinha aquela coisa de achar que mulher grávida vira santa. Pelo contrário. Foram os orgasmos mais intensos que já tive! As melhores posições eram de ladinho, de costas e por cima dele.
Cecília, 38 anos, advogada
Embora tenha começado minha vida sexual da maneira mais insossa possível. Não tive 'o' namoradinho da adolescência. Uma bela noite, aos 16 anos, conheci um carinha na noite e fomos para o motel. Ele nunca soube (não sei se desconfiou) que era minha 'primeira vez' E eu não tinha grandes expectativas. Aliás, que bom que não tive. Foi um dos momentos mais sem graça da minha vida. (...) Roberta foi à minha casa. Ficamos as duas na sala ouvindo música, até o momento inevitável: nos olhamos, o coração batendo forte... beijo. Bocas macias se tocando, línguas calmas dançando em nossas bocas, mãos em sincronicidade perfeita, nos pontos necessários, na intensidade certa...
E o mais fantástico disso é que mesmo quando a gente já descobriu que é ótimo ainda pode descobrir que é maravilhooooooooso, mesmo se andamos achando que a vida sexual é um suceder de tentativas frustradas de sentir prazer e terminar numa explosão de sensações que parece que todo mundo sente, menos a gente, mas Ana acredite... É sim possível ir pra cama e passar horas dizendo “não pára, não pára... Não páaaaaaaaaaaaaaaara!!!
Vale aqui a lembrança que muitas vezes o fato de não se ter prazer durante o sexo pode estar ligado a problemas psicológicos (criação conservadora, ter sido vítima de violência sexual, por exemplo) e também problemas físicos. Procurar um médico pra descobrir porque não se tem orgasmos não é vergonha nenhuma. Em último caso pense que ele GANHA pra isso, se ninguém o procurar ele vai ter que voltar pra faculdade e mudar de profissão, ok?
E pra constar: Saiba que você não está sozinha nisso. MUITA gente tem problemas para ter uma vida sexual prazerosa. Problema maior é que a maioria passa a vida fingindo bem, tanto nas conversas, quanto na cama.
E por falar no “podia ser melhor”, tem uma matéria na revista Marie Claire que tem o depoimento de várias mulheres, de cantora a empresária, contando como, independente de algumas já terem uma vida sexual boa, descobriram que o sexo pode melhorar SEMPRE!
Abaixo um trechinho de algumas das entrevistas. Entrem lá no site e confiram a matéria que é boa leitura pra TODOS NÓS!
Celina Alves, 43 anos, empresária
'Até conhecer meu atual marido, eu achava que o melhor sexo era feito entre quatro paredes e que testar a metade das posições doKama Sutra estava de bom tamanho (...)A aventura começou quando íamos para casa, preparar as malas. Fizemos sexo no elevador, em pé. Eu estava de vestido, então foi fácil. Era madrugada, apertamos o botão do 13º e fomos, literalmente, às alturas.
Ana Claudia Aragão, 26 anos, apresentadora de TV
Passo a imagem de maluca porque sou desbocada e tenho um visual super produzido. Mas não sou nada disso. Perdi a virgindade tarde, aos 22 anos. Até minha mãe estranhou a demora(...)Uma coisa que me irrita são homens melosos, infantiloides, que falam no diminutivo. Conheci um dentista, 30 anos, grandão, maravilhoso. Mas gostava de falar como bebê. Quer me fazer perder o desejo é só me chamar de nenê. Ele dizia: 'Vamos nanar, nenê?'. Socorro!
Andréa Luizetti, 33 anos, produtora de TV
Aos 20 anos, você não tem opinião própria na cama. Vai fazendo sexo por curiosidade ou porque gosta do namorado. Às vezes não está curtindo muito, mas dá a entender que está sentindo prazer, só porque ele está gostando.(...) Salvei várias relações que poderiam ser um fracasso porque aprendi a pedir o que queria
Syang, 38 anos, cantora
Cresci ouvindo meus tios e cunhados dizendo que achavam as grávidas lindas e que tinham desejo por elas. Sabia que a mulher ficava mais sensível e o sexo, mais gostoso, mais à flor da pele(...)Ao contrário de muitos homens, ele não tinha aquela coisa de achar que mulher grávida vira santa. Pelo contrário. Foram os orgasmos mais intensos que já tive! As melhores posições eram de ladinho, de costas e por cima dele.
Cecília, 38 anos, advogada
Embora tenha começado minha vida sexual da maneira mais insossa possível. Não tive 'o' namoradinho da adolescência. Uma bela noite, aos 16 anos, conheci um carinha na noite e fomos para o motel. Ele nunca soube (não sei se desconfiou) que era minha 'primeira vez' E eu não tinha grandes expectativas. Aliás, que bom que não tive. Foi um dos momentos mais sem graça da minha vida. (...) Roberta foi à minha casa. Ficamos as duas na sala ouvindo música, até o momento inevitável: nos olhamos, o coração batendo forte... beijo. Bocas macias se tocando, línguas calmas dançando em nossas bocas, mãos em sincronicidade perfeita, nos pontos necessários, na intensidade certa...

